A maçã no escuro
Publicado por Rocco Digital
Portuguese
2020
ISBN 9788581227832
eBook
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Sobre este libro
Para Lúcio Cardoso, em toda obra de Clarice Lispector alguma coisa íntima está queimando. E este é o seu segredo de mulher e escritora.
Em A maçã no escuro esta chama queima pacientemente enquanto se narra a trajetória de um homem. Um homem, um crime, uma fuga. Como se fosse possível retroceder os ponteiros do relógio, zerar o tempo marcado e, então, começar outra vez. Martim, um fugitivo, começa a se reinventar, a manufaturar o próprio destino: "Ele se tornou o centro do grande círculo e o começo arbitrário de um caminho."
A maçã no escuro é um romance dos anos 1950. Realizado durante o tempo em que a autora viveu nos Estados Unidos, foi concluído em Washington, em 1956. Mas só seria publicado em 1961, um ano depois de Laços de família, cujos contos primorosos conquistaram um expressivo público para Clarice Lispector. Os dois livros foram escritos simultaneamente e selam o amadurecimento da escritora. Situado entre obras decisivas do percurso literário de Clarice, A maçã no escuro fulgura como um romance denso e habitado por personagens comuns, mas que eleva o enredo a níveis impensáveis de transcendência. Embrionárias estão as questões centrais que vão eclodir em A paixão segundo G.H., depois do qual o romance brasileiro jamais será o mesmo. Clarice inaugura uma outra linha de tradição literária, porque desestabiliza as estruturas romanescas e cria parâmetros totalmente inovadores de representação.
— LÚCIA HELENA VIANNA, Doutora em Letras, professora adjunta de Literatura Brasileira, pesquisadora do CNPq
"Esfinge, feiticeira, monstro sagrado. O renascimento da fascinante Clarice Lispector tem sido um dos verdadeiros eventos literários do século 21. Ninguém soa como Clarice. Ninguém pensa como ela. Ela não apenas parece dotada de mais sentidos do que os cinco conhecidos, mas também curva a sintaxe e a pontuação de acordo com sua vontade. Ela vira o dicionário de cabeça para baixo, soltando todas as palavras de suas definições, espalhando-as de volta como quer e não é que a língua parece melhor?" — THE NEW YORK TIMES
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- Portuguese
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