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Quatro estreias, quatro prémios Anisfield-Wolf: vozes novas que já são essenciais

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Dani Carrasco
· 3 min de leitura
Quatro estreias, quatro prémios Anisfield-Wolf: vozes novas que já são essenciais

Quatro livros. Quatro escritores. Quatro estreias. Consegues acreditar?

Os Anisfield-Wolf Book Awards 2026 acabaram de anunciar os seus vencedores e há algo que os une para além do tema: todos os livros premiados este ano são primeiras obras. A presidente do júri, a poeta Natasha Trethewey, descreveu a lista com uma frase que fica: "que cada vencedor deste ano seja uma estreia torna a honra ainda mais profunda — vozes novas, já essenciais."

Os factos primeiro: Ficção, Carrie R. Moore por Make Your Way Home. Não-ficção, Bench Ansfield por Born in Flames — o mesmo livro que ganhou história nos prémios do L.A. Times esta semana. Memórias, Sarah Aziza por The Hollow Half: A Memoir of Bodies and Borders. Poesia, Gbenga Adesina por Death Does Not End at the Sea. E o prémio de Carreira para Nell Irvin Painter — historiadora, pintora, autora de The History of White People.

Os Anisfield-Wolf, administrados pela Cleveland Foundation desde 1935, são o único prémio com júri e dotação permanente nos Estados Unidos especificamente focado em literatura que aprofunda a compreensão da raça e celebra a diversidade cultural humana.

Quatro estreias. Num ano em que o mercado editorial aposta cada vez menos em vozes novas, o Anisfield-Wolf apostou em quatro primeiros livros. Isso não é acidental. É uma posição. Death Does Not End at the Sea. The Hollow Half. Make Your Way Home. Born in Flames. Por qual começas?

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