Fatima Bhutto escreve sobre uma relação abusiva e um vínculo com um animal. As duas coisas juntas.
O novo livro de Fatima Bhutto investiga uma relação humana abusiva e uma ligação sustentadora com o não humano. O que diz isso sobre nós? Bastante.
O novo livro de Fatima Bhutto investiga uma relação humana abusiva e uma ligação sustentadora com o não humano. O que diz isso sobre nós? Bastante.
Tina Fey anunciou que vai adaptar a série de mistério Finlay Donovan para televisão. Se a indústria das adaptações é boa ou má para a cultura literária é uma questão com uma resposta mais complicada.
O novo romance de Patricio Pron é imprevisível — e isso, nestes tempos, vale mais do que parece. Um escritor que se esvazia na página e que te convida a fazer o mesmo.
Uma nova crítica dos contos reunidos de Helen Garner argumenta que o conto é um recipiente incómodo para a sua obra. Não tenho a certeza de que isso seja uma crítica.
Um novo estudo revela que a complexidade das frases na ficção contemporânea diminuiu no último século. A questão não é se isso é verdade. A questão é o que significa.
A escritora espanhola Sofía Balbuena ganhou o Prémio Ribera del Duero de conto. A sua obra explora as vidas interiores das mulheres como o único território que lhe interessa cartografar.
O Publishing Triangle Award anuncia os seus finalistas de 2026. Cada ano esta lista lembra-me por que a literatura queer não é um género à parte — é o centro de algo.
O Prémio PEN/Hemingway 2026 para ficção de estreia foi anunciado, celebrando a proposição de que um primeiro romance pode importar tanto como qualquer outro.
Um ensaio recente na Los Angeles Review of Books declara a morte da ficção de prestígio. Mas antes do funeral, vale a pena perguntar: prestígio para quem?
A Mariner Books anunciou um programa de reedição de Philip Roth. Ninguém fica surpreendido, todos têm uma opinião, e os livros continuam tão bons e tão perturbadores como sempre foram.
O novo romance de Lauren J. Joseph, <em>Lean Cat, Savage Cat</em>, devolve à musa trans do rock a sua voz, o seu corpo e o seu desejo — uma leitura que não pede desculpa por nada.
O Prémio Holberg 2026 foi atribuído à historiadora Lyndal Roper, cuja obra sobre a Alemanha da Reforma recusou sempre a distância confortável da maioria dos historiadores.