Decifrando Moloque
Por Max, Ricardo
Publicado por Clube de Autores
Portuguese
100 páginas
2026
ISBN 3410003166950
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Buy at Martins Fontes Paulista
🇧🇷
Disponível em 3 livrarias
Sobre este livro
Decifrando Moloque é uma obra essencial para compreender o livro de Levítico e o sentido profundo de suas proibições. Nenhuma divindade foi tão amplamente cultuada na Antiguidade quanto Moloque, conhecido sob diversos nomes — Cronos, Saturno, Baal, Moloque — mas sempre associado a um mesmo sistema religioso: um culto marcado por ritos de fertilidade, orgias ritualísticas, prostituição cultual, castrações, bestialidade e sacrifícios de crianças. Neste livro, o autor mergulha nas origens históricas, religiosas e simbólicas desse culto, analisando seus rituais, oferendas e práticas à luz do Pentateuco, do contexto cultural do Oriente Próximo Antigo e das tradições greco-romanas. O que emerge é a revelação de um sistema espiritual contínuo, que atravessou civilizações, apenas mudando de nomes e roupagens. Decifrando Moloque expõe a verdadeira face do culto sodomita e dos chamados "homens de cama", abordando termos como malakoi e arsenokoitai, frequentemente mal compreendidos. O livro demonstra que tais práticas estavam profundamente ligadas aos cultos idólatras de fertilidade, especialmente aos rituais de castração dedicados a Cibele, a deusa-mãe, consorte de Saturno, também identificada como Astarote. Ao revisitar as cartas do apóstolo Paulo, especialmente aos Romanos, a obra propõe uma leitura contextual e histórica, mostrando que sua denúncia não se dirigia a uma condição humana isolada, mas a um sistema religioso pagão, sustentado por rituais sexuais, violência espiritual e sacrifícios humanos. Mais do que um estudo histórico, este livro revela como os antigos deuses da fertilidade reaparecem ao longo do tempo sob novas formas, mantendo os mesmos princípios espirituais. Decifrando Moloque é um chamado ao discernimento bíblico, à compreensão das Escrituras e ao desvelamento de um culto que a Bíblia sempre tratou como abominação — não por moralismo, mas por sua essência destrutiva.
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- Portuguese
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