Renda, Lutas De Classes E Revolução
Por Morais, José Micaelson Lacerda
Publicado por Clube de Autores
Portuguese
2024
ISBN 9786526601044
eBook
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Disponível em 3 livrarias
Sobre este livro
Este livro é resultado de três ensaios produzidos, entre os anos, de 2020 e 2021. Período no qual todos sofremos com o isolamento social e com a enorme mortalidade da COVID-19. A parte III foi a primeira a ser escrita, sendo finalizada no final de 2020. Nela tratamos do dilema razão/humanização no processo histórico de desenvolvimento do capitalismo. Consiste em uma investigação sobre as razões pelas quais três grandes sistemas de pensamento, representados pelas ideias de Smith, Hegel e Marx, não deram conta de estabelecer um processo civilizatório (sociabilidade e civilidade), livre de exploração e expropriação, em termos da apropriação privada do trabalho social. Do primeiro ensaio fui levado a questão das lutas de classe no capitalismo, tema da parte II do livro. Nele examinamos algumas das contradições do capitalismo pós-moderno, através a perspectiva do materialismo histórico dialético. Por fim, a parte I, trata da crítica das fontes de renda e de suas respectivas formas de distribuição na história econômica do capitalismo. Ao questionar a razão econômica, a partir dos três temas tratados neste livro, temos como pretensão abrir novas perspectivas de análise e crítica da teoria econômica mainstream. Penso que somente assim conseguiremos enxergar para além da superficialidade dos fenômenos econômicos, como tão bem nos ensinara o próprio Marx. Podemos agora observar, nitidamente, as implicações sanguinárias da mão invisível sobre os processos sociabilidade/civilidade do mundo pós-moderno, a irracionalidade social contida na teoria da renda capitalista, o ilusionismo otimista das teorias do desenvolvimento econômico e o praticamente imparável monstro devorador de vidas, de sociabilidade e do planeta que se tornou o capitalismo digital-financeiro. Em síntese, revelar processos, meios e formas através dos quais o grande capital personificado se apropriou privadamente das instituições, inclusive do Estado, estabelecendo, a partir do final do século XX, uma sociedade paradoxal, pois ao mesmo tempo associal, antissocial, a-histórica, apolítica, ambientalmente insustentável e belicamente autodestrutiva.
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